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Rede Padovan

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Rede Padovan - Como tudo começou,uma breve história...

PASSO A PASSO


O comércio é considerado a economia básica de São João da Boa Vista.
O tino comercial dos imigrantes italianos, alemães, portugueses, espanhóis, sírio-libaneses, que aqui se estabeleceram, muito contribuiu para o desenvolvimento deste setor.
Foi através do comércio que a cidade se transformou em polo regional, e graças ao desempenho de outros setores, ainda mantem esta característica.
Com mais de cem anos de tradição no ramo de calçados, pode-se afirmar que a Padovan é uma das mais significativas referências da história do comércio são-joanense. O crescimento sempre foi a tônica da direção da empresa, característica que aparece como herança natural da família Padovan.
Hoje, os controles informatizados substituíram as vendas por caderneta, as vitrinas mostram calçados mais ousados, mas a essência, o espírito empreendedor "Padovan" permanece. Trabalhar incansavelmente para levar qualidade aos clientes, com um atendimento cada vez melhor.
A Rede Padovan é composta pela Padovan Avenida (Avenida D. Gertrudes), Padovan Ademar (Rua Ademar de Barros) e Padovan Estação (Estação Mercado).


como tudo começou,uma breve história...

RUMO Á ESPERANÇA


A história da Rede Padovan começa no norte da Itália, Província de Vicenza, em Noventa Vicentina, onde nasceram Maria Luigia De Grossi (1872-1970) e Sante Angelo Padovan (1873-1954). Contam, seus netos, que Maria era moça refinada, uma italiana de fibra, e se apaixonou pelo sapateiro Angelo Padovan, da mesma cidade. Casaram-se em 1893, ele com 20 e ela com 21 anos.
Mas, a Itália estava falida, sem perspectivas para um jovem casal ansioso por uma vida nova e próspera. Embarcaram num navio, chamado Provence, e atravessaram o oceano rumo ao Brasil, chegando ao porto de Santos no dia 3 de fevereiro de 1895.
Na época, quem vinha para o Brasil não tinha outro destino senão as fazendas de café. Não foi diferente para Angelo e Maria. E a vida nova parecia começar na Fazenda Alegre de Cima, propriedade de Gabriel Garcia da Costa, num munícipio do progressista Estado de São Paulo, chamado São João da Boa Vista.



O FRUTO DA DISCÓRDIA


Festa italiana a Santo Antonio, numa fazenda são-joanense
Na leva de imigrantes italianos que aqui chegaram, havia um grupo de profissionais que relutou em ir para as lavouras de café, substituindo os escravos abolidos. Principalmente os sapateiros, que possuíam requintado gosto e dotes artísticos, fabricando manualmente sapatos de diversos feitios, cortados e trabalhados a "ponto".
Caprichoso no seu ofício de sapateiro, não foi fácil para Angelo lidar com a aspereza da terra. Também não fácil para Maria aceitar as injustiças no meio rural, quanto à relação patrão e empregados.
Pois houve um dia, andando pelo pomar, Maria encantou-se com a mangueira carregada, era um perfume só. Apanhou uma fruta. O administrador da fazenda não gostou. Disse que todos aqueles frutos eram só para a patroa. Maria não se conformou - tanta fartura para uma só pessoa. Não era isso que ela esperava de uma vida nova. Naquele mesmo dia decretou:
_ Angelo, pegue nossas malas que eu não fico mais nenhum minuto aqui! Vamos para a cidade.



VENEZA NA SALDANHA


Rua Saldanha Marinho, a mais extensa e comercial da cidade, por muitas décadas o casal foi morar onde hoje é o Banco Bradesco, à Praça Governador Armando Salles, mas logo comprou uma casa à Rua Saldanha Marinho, número 465, onde Angelo montou sua oficina. A Sapataria Bella Venezia, a "bottega" como era chamada pelos italianos, foi fundada em 3 de agosto de 1898.
Na pequenina São João daquele tempo, havia dezenas de sapateiros profissionais com oficina para conserto de sapatos, uma forma de artesanato que, entre tantas outras, a sociedade de consumo fez desaparecer. A vida era muito mais dificil que hoje, e muitas pessoas andavam descalças ou só usavam sapatos para ir à igreja ou em alguma cerimônia especial. Da numerosa representação de sapateiros em São João da Boa Vista, Angelo Padovan resistiu bravamente, transferindo a tradição da loja de calçados a seus descendentes.



FAMÍLIA E OPERÁRIOS


Todos os filhos do casal nasceram na cidade: Victoria (1896-1989), Antonio (Tonico, 1897-1969), Maria Magdalena (1900-1990), Orestes João (1901-falecido com um mês), Ana Domingas (Ninota, 1902-1989), Maria Luiza (Nenê, 1905), João Baptista (Nani, 1908-1982) e Helena (Dinda, 1909-1999).
Antonio e João aprenderam o ofício de sapateiro.
Trabalhavam durante o dia e estudavam à noite, cada um procurando a própria carreira. Na "bottega", misturavam-se aos operários: Sabado de Rosa, Juvenal Torres, Joaquim "Patchão" e Lazinho Esbrilli.
Angelo empregava de 8 a 10 operários. Além de consertos, produzia botinas para os trabalhadores da roça - a chamada bota "Rangideira", pelo ruído que fazia. Também fazia sapatos por encomenda, inclusive para deficientes.
Aos domingos, Angelo abria a loja para atender os colonos que vinham à missa na cidade e aproveitavam para fazer suas compras. Naquela época, a maioria não trazia dinheiro e tudo era à base de troca. Botinas "Rangideiras" em troca de produtos da terra .



ÁLBUM DE FAMÍLIA...


Família Padovan no estúdio fotográfico de José Caiat, em 1913. Da esquerda para a direita, em pé: Victória, Maria Magdalena, Antonio, Ana Domingas e Maria Luiza. À frente: Helena, Maria de Grossi, João Baptista e Angelo Padovan






RAMGIDEIRA X SCATAMACCHIA


Jornal O Município, 21 de outubro de 1939.
Em 1914, uma reforma completa na sapataria Bella Venezia garantia a fabricação de qualquer calçado, "a vontade do freguês", como atesta um anúncio no jornal Municipio.
Quando a indústria nacional de calçados começou a se desenvolver, Angelo começou a revendê-los, deixando pouco a pouco de produzi-los. Dizem que Dona Maria. ficava brava quando Angelo se metia a fazer as antigas botas, pois, nas vitrinas, elas destoavam dos "modernos" sapatos da época, de primeira.
Angelo ficou amigo do viajante que representava a indústria Ferro, mais tarde Scatamacchia, e tomou-se depositário da marca, ou seja, seu representante exclusivo aqui em São João da Boa Vista. A marca é representada até hoje, junto a outras de qualidade.
Nas vitrinas, também estavam presentes as melhores marcas do Rio de Janeiro - Bordallo, Mellilo e Cook - "a glória da indústria nacional".






TEMPOS DIFÍCEIS


Em tantos anos de história, é interessante notar como os fatos da loja se misturam a acontecimentos do Brasil e do mundo. Helena Padovan (Dinda), filha caçula do casal Angelo e Maria, lembrou do medo que sentiu quando os soldados da Revolução de 1932 invadiram a loja - "mas acabaram não levando nada".
Angelo teve participação ativa na comunidade de italianos em São João da Boa Vista, sendo conselheiro e porta-bandeira da Società Unione Italiana, entre os anos 1914 e 1916. Na 2ª Guerra Mundial, a "Sapataria Bella Venezia" precisou ter seu nome trocado, pois tudo que lembrava a Itália sofria algum tipo de perseguição .
Foi um período tumultuado, intranqüilo e difícil, que se iniciou sob os efeitos da crise de 29, depois com a revolução de 30, a de 32, golpes militares de esquerda, de direita, agressões que nos levaram ao conflito mundial, terminando com o fim da 2ª Grande Guerra. No entanto, as fases de retração foram curtas, havendo surto industrial já nos anos 30.




A ALMA DO NEGÓCIO


Angelo investia bastante em propaganda da sapataria e de suas representações, fazendo publicar anúncios em todos jornais da cidade, além de manter uma vinheta em vidro, que antecedia a projeção de filmes no Cine Theatro.
Teve, talvez, o primeiro serviço de pedidos por telefone de São João, como dizia a nota publicada no jornal O Município:
"Peça calçados pelo fone 3-6-5 e a Casa Padovan mandará levar em sua casa".
Comprar na Casa Padovan era a certeza de sair muito bem servido, garantia um anúncio dos anos 50. A tradição de longos anos unia a experiência de fabricação com a comercialização de produtos de outras procedências - os auxiliares da loja sabiam a fôrma de calçados adequada a cada pé, seguindo os princípios de comodidade e elegância.
Além dos calçados Scatamacchia, Clark e Mocacin, a Casa Padovan vendia as famosas camisas Tannhaüser, gravatas e lenços Duplex, chapéus Prada e um variado sortimentos de malas de viagem.






ÁLBUM DE FAMÍLIA...


A família em comemoração às Bodas de Ouro do casal Maria de Grossi e Angelo Padovan, no dia 14 de agosto de 1943. Foto tirada no quintal da residência à rua Saldanha Marinho. Da esquerda para a direita, em pé: Antonio Padovan (Tonico), Maria Luiza Padovan Fernandes (Nenê), Maria Magdalena Padovan Nogueira, Victoria Padovan Splettstoser, Ana Domingas Padovan Oliveira (Ninota), Helena Padovan (Dinda) e João Baptista Padovan (Nani). Sentados, Angelo Padovan e Maria Luigia de Grossi Padovan, com seu primeiro bisneto no colo, Angelo Oswaldo Splettstoser.





UMA EMPRESA MODERNA


Desde os 10 anos, João Padovan já trabalhava nas lojas da família. Quando retornou de São Paulo, onde fora estudar e trabalhar com o pai, assumiu os negócios com apenas 19 anos. Por ser muito jovem, os representantes comerciais relutavam em negociar com ele num primeiro contato - insistiam em falar com o "dono" .
Em 1993, João adquiriu todas as cotas da família, ficando sozinho na sociedade. Em 1994, criou a Padovan Avenida; em 1995, a Padovan Ademar; em 1996, a Bella Veneza lI; e em 1997, Out Let dos Calçados.
A Bella Veneza lI, instalada num prédio especialmente projetado, tendo como inspiração a praça veneziana de São Marcos, transformou-se num símbolo pós­moderno em arquitetura de loja na cidade, abrindo com sofisticação as comemorações do centenário da Casa Padovan.

REDE PADOVAN


Agora, João Padovan investe num grande projeto de modernização, para marcar a entrada no ano 2000 ­ cria a Rede Padovan e abre um novo espaço de 350 metros quadrados no início da Rua Ademar de Barros. Trata-se de uma loja com mais de 60 metros de vitrinas verticais, com funcionários treinados para serem consultores em calçados e artigos correlatos.
É a Padovan, passo a passo, a caminho do novo milênio, porque você merece!

Família "Rede Padovan ", reunida minutos antes da inauguração da nova loja à Rua Ademar de Barros.




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